GSCEM

GSCEM
Grande Secretaria de Cultura e Educação Maçônicas - Grande Oriente de São Paulo

Inscreva-se e receba o conteúdo via e-mail

Receba nosso conteúdo, informando seu endereco de e-mail:

Delivered by FeedBurner

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A JORNADA APÓS A MORTE NO ANTIGO EGITO

Já é de nosso conhecimento que os egípcios acreditavam na continuação da vida após a morte. Mas para que isso ocorresse o morto deveria fazer uma jornada nada fácil. Vencer diversos obstáculos fazia parte deste ritual elaborado.

Vamos entender um pouco melhor como isso ocorria:

Primeiramente o corpo era mumificado, este era um passo muito importante, pois os egípcios acreditavam que o “Ba” ou a alma deveria poder sair do corpo e retornar, mas somente se o corpo estivesse mumificado .

O morto ou sua família deviam previamente ter pagado a um sacerdote escriba para que providenciasse uma cópia do Livro dos Mortos, também conhecido como “Livro para sair a Luz do Dia”, este livro iria ajudar o morto durante sua jornada no pós vida.

O corpo mumificado era preparado para sua jornada no submundo pelos sacerdotes SEM. Eles eram especialmente encarregados de preparar a alma do morto através de rituais para a jornada que este deveria seguir.

Seu destino era os Campos Elíseos. Para isso a alma deveria cruzar as horas do Duat. Esta viagem era feita por barco e iniciava-se no Lago dos Juncos. Durante a travessia vários obstáculos aparecem no caminho do morto. Estes obstáculos são representados pelas 12 horas da noite. Dentre os obstáculos que o morto deve enfrentar está o Deus do Mal Apophis.

Ao cruzar diversos portões, serpentes perigosas também tentam atacar o espírito do morto, para isso o morto deverá saber seus nomes secretos, tanto dos deuses, como de seus guardiões para que possa cruzar estes portões e seguir para a próxima hora da jornada.
O Deus Rá ajuda na travessia do desfiladeiro. O morto também deve passar por um lago de água fervente, onde as almas errantes estão queimando.

A cada hora, novos obstáculos se apresentam, até que o morto chegue a Sala da Pesagem do Coração onde os Deuses Thoth, Maat, Osiris e Amint aguardam o julgamento da alma do morto.

Na cerimônia da pesagem do coração um escaravelho representando as ações do morto em vida é colocado na balança da verdade, a pena da Deusa Maat é colocada no prato oposto da balança. Se o prato se equilibrar a alma do morto pode seguir para os Campos Elíseos, caso contrário, a alma será devorada pelo Deus Ammint.

A alma, uma vez devorada, condena o morto a não existência, o maior temor dos Antigos Egípcios.

Nos Campos Elíseos o morto tem todos os prazeres que teria em vida: sua família, seus amigos, suas plantações e animais. Um pós vida de perfeição. 










Olga Maria Dantas
Presidente da Egiptologia Brasileira
HTTP://www.egiptologiabrasileira.com.br




1 comentários:

Anônimo disse...

Dignos Irmãos e Soror OLGA, parábens pela divulgação, e que as Hostes Celestiais; O Cósmico; nos intuam para a evolução, e quebrar a ignorância de nossos duros corações, e traga ao BRASIL - uma nova política social, de maior distribuição de renda equalitária e eficaz; Quem sabe a realidade dos fatos, e da vida (antes da Morte -desencarne- Transição..), pratiquemos os nossos princípios,ainda nesta passagem-VIDA de: LUZ+VIDA+AMOR, e LIBERDADE+ FRATERNIDADE+IGUALDADE.- Votos sinceros de BOAS FESTAS, FELIZ PASSAGEM para um ANO NOVO, e PRÓSPERO EM 2012 ás Nossas Ordens e aos seus Membros e Organismos Afiliados. PAZ PROFUNDA a TODOS!! ASSIMS EJA!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Notícias

Loading...

Analytics

Analytics 1